APRENDER·CONECTAR·CRESCER

Conhecimento subsea para um futuro mais profundo.

Vídeos técnicos feitos com os nossos próprios diagramas animados — e, em volta deles, um hub em construção para engenheiros, equipes embarcadas e empresas que trabalham abaixo da linha d'água.

Vídeos técnicos para engenheiros, equipes embarcadas e empresas que trabalham abaixo da linha d'água.

Os episódios são narrados em inglês · role para descer de 0 m a −3.000 m

EP 06 −60 m

Todo mundo fala em SURF. Quase ninguém define.

Antes da descida, o mapa. Subsea Umbilicals, Risers and Flowlines — três famílias de linha, um qualificador e uma fronteira que decide quais equipamentos pertencem ao campo e quais pertencem à unidade lá em cima. Comece por aqui se o resto desta página for novidade para você.

Diagrama animado de um campo submarino: umbilical, flowline e riser em três cores, saindo de uma árvore de natal molhada até uma unidade flutuante EP 06

What is SURF? Subsea Umbilicals, Risers and Flowlines

As três famílias que a sigla nomeia, onde cada uma fica, e por que dinâmico e estático são classes de serviço, e não tipos de duto.

  • SURF
  • Umbilicais
  • Risers
  • Flowlines
Comece aqui · 3:30 Assistir no YouTube →
EP 12 −90 m

Nada chega sozinho.

Olhe de novo para o casco que você acabou de deixar. Um FPSO em águas profundas é uma fábrica com um hotel em cima, e tudo de que ele precisa chega com hora marcada: material por mar, num navio de apoio (PSV), e gente pelo ar. O que volta é decidido antes de ir — para o mar dentro de um limite, para dentro de um poço ou de volta ao convés do navio de apoio como carga de retorno.

Diagrama de um FPSO na linha d'água com um helicóptero sobre o convés e um navio de apoio com contêineres, numa rota tracejada a partir da costa EP 12

Offshore Logistics: PSVs, Helicopters, Water and Waste

O que o navio de apoio (PSV) leva sobre e sob o convés, por que as pessoas vão de helicóptero e não de barco, quanta água quarenta a setenta pessoas precisam, o que o Anexo V da MARPOL deixa uma plataforma descartar no mar, o que volta para terra como backload e as duas correntes que nunca embarcam no PSV.

  • Logística
  • PSV
  • Helicópteros
  • MARPOL
  • Backload
Vídeo em inglês · 11:03 Assistir no YouTube →
EP 02 −120 m

Um duto que perdeu o apoio do leito.

Erosão (scour), dunas de areia, um fundo irregular ou um cruzamento: o apoio some e um trecho do duto fica suspenso. Aí a corrente começa a desprender vórtices, o vão vibra na sua própria frequência natural, e o que era só um vão vira um problema de fadiga.

Corte animado de um duto submarino sob corrente, mostrando o desprendimento de vórtices e a força de sustentação oscilante EP 02

Free Spans in Subsea Pipelines

O que é um vão livre, o que o provoca, por que a vibração induzida por vórtices (VIV) importa, e como os vãos são avaliados, inspecionados e corrigidos.

  • Vãos livres
  • VIV
  • Integridade
Vídeo em inglês · 2:17 Assistir no YouTube →
Cena construída com formas geométricas simples · fora de escala
O HUB −300 m

Um projeto, cinco territórios.

O Energy Academy Project começa como um canal técnico. Está sendo construído como um hub onde se encontram o conhecimento subsea, as pessoas que o dominam e as empresas que precisam dele — uma fase de cada vez, sem prometer nada antes de existir.

  • SubseaSistemas
  • EngenhariaPrática
  • CarreirasPessoas
  • FornecedoresDiretório
  • ConsultoriaEspecialistas
  • Agora
    Episódios gratuitos

    Vídeos explicativos no YouTube e no LinkedIn, com as fontes creditadas em todo episódio.

  • Depois
    Newsletter e cursos

    Aprendizado estruturado, a partir dos temas que o público mais pede.

  • Mais adiante
    Diretório e indicações

    Um espaço com curadoria para encontrar fornecedores, consultores e profissionais de subsea.

Diagrama de duas escadas apoiadas num mesmo primeiro degrau com o rótulo STEP 1, segurança e exame médico CAR 01

Subsea Careers: Two Ladders, From First Course to Engineer

Não existe um certificado offshore único: há um primeiro degrau (treinamento de segurança e exame médico) e duas escadas — os graus que o empregador atribui e as certificações que um organismo independente emite após exame. Os salários mostrados são números nacionais, não oferta de emprego.

  • Carreira
  • BOSIET
  • ROV
  • END
Vídeo em inglês · 8:47 Assistir no YouTube →
Três camadas empilhadas com os rótulos LAW, INDUSTRY e YOUR JOB CAR 02

Offshore Safety Certificates Explained: UK, Norway, US and Brazil

O primeiro degrau de uma carreira offshore, país por país, em três camadas: a lei, o padrão da indústria e o certificado da sua função. Como renovar a tempo e conferir se um certificado é verdadeiro. As regras mudam: confira na fonte oficial antes de pagar.

  • Carreira
  • BOSIET
  • GSK
  • CBSP
Vídeo em inglês · 8:07 Assistir no YouTube →
EP 01 e EP 03 −1.500 m

A coluna: risers e umbilicais.

Tudo o que o campo produz, e tudo o que o controla, passa por este trecho de água. O riser à sua direita segue a equação da catenária; o umbilical que passa pela câmera leva as linhas hidráulicas, elétricas e químicas que mantêm os poços em operação.

Diagrama animado de um steel lazy wave riser saindo de um FPSO, com módulos de flutuação ao longo do arco EP 01

Deepwater Riser Configurations: SCR, SLWR and FSHR

Catenária livre (SCR), lazy wave (SLWR) e híbrido autossustentável (FSHR): como cada riser é sustentado entre o leito marinho e a unidade de produção.

  • Risers
  • SCR
  • SLWR
Vídeo em inglês · 1:47 Assistir no YouTube →
Corte animado de um umbilical submarino mostrando tubos hidráulicos de aço, linhas de injeção química, cabos elétricos e fibra óptica EP 03

Subsea Umbilicals: Types, Functions and Installation with a PLSV

O que um umbilical transporta, o que há dentro dele, os principais tipos e acessórios, e como ele é instalado a partir de um PLSV (pipe laying support vessel).

  • Umbilicais
  • PLSV
  • Instalação
Vídeo em inglês · 2:42 Assistir no YouTube →
Riser desenhado a partir de y = a(cosh u − 1) · trecho horizontal comprimido para caber no quadro · fora de escala
EP 04 −2.400 m

O que mantém uma plataforma no lugar.

Nesta profundidade, uma jaqueta fixa está fora de questão. A unidade flutua, e as linhas que passam por você a prendem a estacas de sucção no fundo. Qual conceito vence — semissubmersível, TLP, spar ou FPSO — depende da lâmina d'água, do estado de mar, da necessidade de armazenamento e do sistema de risers que ela precisa sustentar.

Diagrama animado de uma plataforma fixa: topsides, jaqueta de aço e estacas cravadas EP 04

Offshore Platforms: Fixed, Jack-up, Semi-submersible, TLP, Spar and FPSO

Fixa, jack-up, semissubmersível, TLP, spar e FPSO: como cada uma se mantém no lugar e os critérios que apontam para uma ou para outra.

  • Plataformas
  • Unidades flutuantes
  • FPSO
Vídeo em inglês · 3:15 Assistir no YouTube →
Linhas de ancoragem e estacas de sucção · escala horizontal comprimida · fora de escala
EP 11 −2.600 m

Siga uma linha até o fundo.

A unidade flutuante lá em cima é presa por linhas como esta ao seu lado. Siga uma até o fundo: amarra junto ao casco, poliéster na maior parte da coluna d'água, amarra de novo perto do leito e uma âncora que precisa aguentar o puxão — arrastada até se firmar, cravada por sucção ou largada para se enterrar com o próprio peso. Spread ou turret decide como o casco enfrenta o mar; os risers decidem quanto ele pode se deslocar.

Diagrama de um casco de FPSO na linha d'água preso por quatro linhas de ancoragem amarra-poliéster-amarra que descem até estacas-torpedo cravadas no leito marinho EP 11

FPSO Mooring: Spread vs Turret, Polyester and Torpedo Piles

Spread mooring ou turret, que deixa o casco se alinhar com o vento e as ondas; a linha amarra–poliéster–amarra; catenária ou linha tensionada; os três tipos de âncora (de arrasto, estaca de sucção e estaca-torpedo); o que os registros públicos de falhas mostram; e por que são os risers que limitam o quanto a embarcação pode se deslocar.

  • Ancoragem
  • FPSO
  • Turret
  • Poliéster
  • Estaca-torpedo
Vídeo em inglês · 11:21 Assistir no YouTube →
EP 05 −2.800 m

Uma parede de camadas, não um tubo.

No fundo da coluna, a linha precisa fazer curva, ser enrolada num carretel, aguentar centenas de bar e conviver com dióxido de carbono por vinte anos. Aço sozinho não faz isso, e polímero também não. O que faz é uma parede de sete camadas, cada uma com uma única função — e um caminho de respiro (vent) que precisa ficar aberto.

Corte animado da parede de um duto flexível em sete camadas: carcaça, barreira de pressão polimérica, armadura de pressão intertravada e duas camadas de armadura de tração enroladas em sentidos opostos EP 05

Flexible Pipe: From the Factory Floor to the Seabed

Sete camadas, cada uma com uma função; a fábrica que as produz; e o anular, onde um respiro (vent) bloqueado — e não a fadiga — é o que os registros dos campos noruegueses mostram por trás da perda de contenção.

  • Duto flexível
  • Anular
  • SCC-CO₂
Vídeo em inglês · 5:07 Assistir no YouTube →
EP 08 −2.900 m

Uma junta de cada vez.

Uma linha flexível sai da fábrica pronta. O aço, em geral, não: é soldado junta a junta no convés e descido em S sobre um stinger, erguido numa torre quase vertical para cair em J, ou soldado em terra e dobrado plasticamente num carretel. E a velha regra — S-lay para águas rasas, J-lay para águas profundas — descrevia mais uma frota do que um método.

Diagrama de dois perfis de lançamento lado a lado: uma embarcação de S-lay com o tubo sobre o stinger em curva S, e uma de J-lay com torre quase vertical e o tubo descendo em J até o leito EP 08

Rigid Pipeline Installation: S-lay, J-lay and Reel-lay

A firing line do S-lay, overbend, stinger e sagbend; o tensionador que endireita o tubo; o J-lay e sua torre; o reel-lay e a soldagem levada para terra — e o que de fato decide o método.

  • S-lay
  • J-lay
  • Reel-lay
  • Stinger
Vídeo em inglês · 8:17 Assistir no YouTube →
EP 09 −2.950 m

Ligar as pontas.

O duto está no leito, e falta um trabalho: integrá-lo ao sistema. A maioria das conexões submarinas usa conectores mecânicos, montados por mergulhadores ou, em águas profundas, por ROV. Em águas rasas, as duas pontas podem até ser erguidas e soldadas no costado da embarcação. Para o regulador americano, o resultado é uma obstrução no leito marinho.

Diagrama de duas pontas de duto erguidas do leito até o costado de uma embarcação, unidas por uma solda EP 09

Subsea Tie-ins: Connectors and Above-Water Tie-ins

O que a regra americana de dutos exige de um tie-in, as cinco famílias de conector mecânico e como raramente vazam, e um tie-in feito acima da água, planejado no lançamento e soldado no costado da embarcação.

  • Tie-in
  • Conectores
  • AWTI
  • ISO 21329
Vídeo em inglês · 7:06 Assistir no YouTube →
EP 10 −2.970 m

Pigs e lançadores.

Lançado e conectado, o duto agora precisa ser mantido limpo e inspecionado por dentro. Esse é o trabalho do pig: um tampão empurrado pelo fluxo, que raspa a parafina ou leva sensores. O perigo sempre esteve no lançador, a porta pressurizada por onde o pig entra e sai. No leito marinho não há porta onde ficar de pé, por isso há outras três formas de entrar.

Diagrama de um pig dentro do duto, empurrado pelo fluxo, com um longo tampão de parafina se formando à frente dele EP 10

Subsea Pipeline Pigging: Pig Traps, Wax and Launch Methods

Por que o perigo é o lançador e não o pig, o que a regra offshore americana de fato exige sobre pigging, a parafina e o pig preso, e as três formas de um pig entrar numa linha submarina: loop de pigging, downline a partir de uma embarcação ou lançador submarino.

  • Pigging
  • Pig traps
  • Parafina
  • Lançador submarino
Vídeo em inglês · 10:37 Assistir no YouTube →
EP 13 −2.980 m

O perigo é a parada.

Um hidrato parece gelo, mas pode se formar bem acima do ponto de congelamento. O frio vem do mar. A pressão não vem do mar. Vem de dentro da linha: a pressão do poço e do processo. Quando os poços são fechados, o fluido para e esfria em direção à temperatura do leito marinho. A garantia de escoamento mantém o fluido fora da zona de hidrato com inibidores termodinâmicos, calor, pressão mais baixa ou desidratação do gás. Ou retarda o resfriamento com isolamento térmico.

Diagrama pressão-temperatura com a zona de hidrato sombreada no lado frio e de alta pressão de uma curva, um ponto de fluido quente se movendo em direção à curva e um termômetro marcado em 0 °C e no máximo 30 °C, sob as palavras Above freezing EP 13

Flow Assurance: Hydrates, Wax and MEG

O que é um hidrato e por que uma linha submarina o encontra numa parada de produção, o envelope pressão-temperatura, metanol versus MEG e o circuito do MEG, os inibidores de hidrato de baixa dosagem, isolamento térmico e aquecimento, parafina e repartida, hidratos em válvulas de segurança de pressão, o domo de contenção do Deepwater Horizon e como a Petrobras recolheu um riser com um tampão de hidrato estimado em mais de 500 metros.

  • Garantia de escoamento
  • Hidratos
  • Parafina
  • MEG
  • Isolamento térmico
Vídeo em inglês · 11:25 Assistir no YouTube →
EP 07 −3.000 m

A caixa que o mapa deixou em cinza.

Tudo acima daqui era linha. Aqui está o que as linhas conectam: a cabeça de poço, a árvore de natal molhada que controla o poço, o jumper rígido feito com curvas, o manifold que reúne os poços e a flowline que sai — terminada por um PLET, que não é um PLEM. Comprado como um pacote só, o SPS, ao lado do pacote SURF que a descida acompanhou até aqui embaixo.

Diagrama animado dos equipamentos do leito: árvore de natal molhada, jumper rígido em M, manifold, flowline e PLET, com a unidade de produção em cinza acima EP 07

Subsea Production System: Tree, Manifold, Jumper and PLET

Da cabeça de poço, passando pela árvore de natal molhada, pelo jumper e pelo manifold, até a flowline e o PLET que a termina — e por que PLET não é PLEM.

  • SPS
  • ANM
  • Manifold
  • Jumper
  • PLET
Vídeo em inglês · 5:08 Assistir no YouTube →

−3.000 m · Leito marinho

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  • Feitos por profissionais da área e conferidos com as normas publicadas que citamos
  • Formatos e datas anunciados à medida que cada curso ficar pronto
  • Formatos e preços decididos junto com a lista de espera

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